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NOTÍCIA
A Quarta-feira de Cinzas trata-se de um chamado profundo à conversão. Ao receber as cinzas sobre a cabeça, o fiel escuta uma das duas fórmulas proclamadas pelo sacerdote: “Convertei-vos e crede no Evangelho” ou “Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás”. A recordação da fragilidade humana não é um convite ao desespero, mas à esperança. Somos pó, sim — mas pó amado por Deus, redimido por Cristo e chamado à eternidade.
O significado das cinzas segundo a Doutrina Católica
A Quarta-feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência, conforme determina o Código de Direito Canônico da Igreja Católica Apostólica Romana. Marca o início da Quaresma, que recorda os 40 dias de Jesus no deserto, em oração e combate espiritual contra as tentações.
As cinzas utilizadas na celebração são feitas, tradicionalmente, a partir da queima dos ramos bentos do Domingo de Ramos do ano anterior. O gesto tem profunda coerência espiritual: aquilo que um dia simbolizou aclamação — “Hosana ao Filho de Davi” — agora se torna sinal da transitoriedade da vida. A glória humana passa; somente Deus permanece.
Na tradição bíblica, cobrir-se de cinzas era sinal de arrependimento e penitência. No Antigo Testamento, homens e mulheres vestiam-se de saco e cinza para manifestar contrição diante de Deus. A Igreja conserva esse gesto como sinal visível de uma disposição interior: rasgar o coração, e não apenas as vestes.
Como deve ser feito o jejum na Quarta-feira de Cinzas
Segundo a disciplina da Igreja, a Quarta-feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência de carne para os católicos entre 18 e 59 anos (jejum) e a partir dos 14 anos (abstinência).
O jejum consiste em fazer apenas uma refeição principal ao longo do dia, permitindo-se duas pequenas refeições que não equivalham a uma refeição completa. Já a abstinência implica não consumir carne (incluindo carne vermelha e de frango), como sinal de penitência.
Não se trata somente de uma prática alimentar, mas de um exercício espiritual. O jejum educa os desejos, fortalece a vontade e nos recorda que “nem só de pão vive o homem”. A Igreja ensina que o jejum deve estar unido à oração e à caridade. Não é dieta, é penitência. Não é formalidade, é conversão concreta.
Bastidores: como são preparadas as cinzas?
Em reportagem especial para a Rádio Rural, Lucas Villiger visitou a Paróquia Nossa Senhora do Rosário, onde acompanhou a preparação das cinzas que serão utilizadas nas celebrações deste ano.
Os ramos bentos do ano passado são cuidadosamente guardados e, na proximidade da Quaresma, são queimados de forma respeitosa. Após a queima, as cinzas são peneiradas e preparadas para a celebração. Antes de serem impostas aos fiéis, elas são abençoadas pelo sacerdote durante a Missa.
O gesto simples — a imposição das cinzas na testa ou sobre a cabeça — carrega uma força espiritual imensa. Ele nos iguala. Diante do pó, não há distinção social, política ou econômica. Todos somos criaturas dependentes da misericórdia divina.
Horários das Missas em Concórdia
Para que os fiéis possam iniciar bem este tempo quaresmal, as paróquias de Concórdia prepararam uma programação especial:
• Paróquia Nossa Senhora do Rosário – Igreja Matriz: 8h, 15h e 19h.
• Paróquia Santo Antônio – Igreja Matriz: 19h30.
• Paróquia Sagrada Família de Nazaré – Igreja Matriz: 6h, 12h e 15h.
• Paróquia São Cristóvão – Igreja Matriz: 19h30.
A recomendação é que os fiéis participem com espírito de recolhimento e já iniciem uma programação quaresmal pessoal: confissão, leitura da Palavra, participação na Via-Sacra e gestos concretos de caridade.
Um tempo de combate e esperança
A Quarta-feira de Cinzas não é sobre tristeza, mas sobre verdade. É o dia em que a Igreja nos recorda que a vida passa — e justamente por isso deve ser vivida com responsabilidade diante de Deus.
O pó que toca nossa fronte não é sinal de derrota. É sinal de começo. Começo de uma caminhada que nos conduz à Cruz e, depois dela, à vitória da Ressurreição.
Que esta Quaresma seja, para Concórdia e para cada família, um tempo de retorno sincero ao Senhor. Porque, no fim, aquilo que é pó volta ao pó — mas aquilo que é de Deus permanece para sempre.
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